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Ana Flávia Chrispiniano,
DRT 46129
Formada em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e
Artes da Universidade de São Paulo, com habilitação em
Interpretação Teatral. Participou dos seguintes cursos e oficinas:
“A arte do riso”, com Eliana Fonseca; “Atuação
épica e acompanhamento do processo de montagem da peça A comédia
do trabalho”, com a Cia. do Latão; “Solo teatral”
com Denise Stoklos; “Treinamento do ator” com Lume; Interpretação
com a Cia. Piollin; interpretação com Georgette Fadel no Studio
Nova Dança, Mímica (técnica Ettienne Decroux) com Stephane
Brodt e Ana Teixeira, Percussão na Casa de Cultura Tendal da Lapa.
Participou de cursos livres no INDAC, e técnico ator no SENAC.
Atuou em “Os Menecmos” de Plauto e “O casamento do pequeno
burguês” de Bertolt Brecht, sob direção de Zédú
Neves, da Cia. Razões Inversas; em “Correspondências”,
sob direção de Beth Lopes; e em “O triângulo –
elogio amoral”, inspirado na Commedia dell’Arte e dirigido por
Esio Magalhães. Sob direção de Sérgio de Carvalho
e Márcio Marciano, atuou em intervenção cênica
na exposição “Êxodos”, de Sebastião
Salgado, no SESC Pompéia.
Dirigiu a peça “Até aí morreu o Neves”, com
o Grupo Bolinho de Arroz. Em cinema, atuou nos seguintes curta-metragens:
“A lista”, “Viúva”, “Nossos parabéns
ao Freitas” e “Liberdade Futebol Clube”.
Atualmente participa do núcleo de pesquisa “O ator criador”,
do Grupo XIX de Teatro, e é artista-orientadora do Projeto Teatro Vocacional
no CEU Paz.
Flávia adora dirigir, participar de reuniões
e escrever, mas se nada der certo vai vender coco na praia.
Pedro Felicio, DRT 17168
Concluindo graduação em Artes Plásticas na Escola de
Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo.
Participou como ator, assistente de direção, diretor cenógrafo
e iluminador de montagens de teatro amador dos 12 aos 19 anos. Profissionalizou-se
em 1999. Na ECA-USP participou dos espetáculos “Tudo por 1,99”
e “Coriolanos” com direção de Ivan Delmanto e “A
saga do desaparecimento de Patrícia Albuquerque” com direção
de Priscila Harder. Foi iluminador dos espetáculos “Augusta,
a Rainha Puta” e “Antunes ou Seis Atrizes em Busca de uma Personagem
Principal” de Waldemar Neves; “Obscenas - fragmentos e achaques
rodrigueanos” e “Made in Brazil” com direção
de Pedro Granato.
Foi professor de Teatro da escola Recrearte, do Conservatório Jd. América
e do Centro Cultural Espaço de Criação. Foi o responsável
do setor de teatro junto à “Jogo de Aprender – Consultoria
Educacional”.
É editor, roteirista e produtor gráfico da HQ independente quadrimestral
“O Contínuo”. Foi Artista Orientador do Projeto Teatro
Vocacional da Secretaria Municipal de Cultura, atuando junto à Biblioteca
Brito Broca e o grupo Ladrões de Foco.
Também arranha o violão e a guitarra que
é uma beleza, manda bem na gaita e segura de leve uma percussãozinha.
O baixo elétrico é sua nova paixão. Especializado em
acordar tarde.
Mariana Leite, DRT 15267
Formada em Artes Cênicas - Licenciatura na Universidade de São
Paulo, formada pelo teatro-escola Célia Helena. Fez curso de clown
com Sílvia Leblon e Beth Dorgam, canto com Tânia Greggio e Andréa
Drigo, dança-afro com Mestre Pitanga e Kelly Anjos, interpretação
para vídeo com Paula Ribas, interpretação com Georgette
Fadel, entre outros. Freqüentou workshops com os grupos: TAPA, Cia do
Latão e Piollin.
Atua como artista-orientadora do Projeto Teatro Vocacional da Prefeitura de
São Paulo, desde 2000. Orientou o grupo “Bolinho de arroz”
da Lapa e agora orienta grupos no CEU São Rafael, em São Matheus.
Coordena oficinas em Diadema, no centro cultural de Serraria para jovens e
adultos e no centro cultural Eldorado para crianças. Atuou de 2002
até julho de 2003 como coordenadora de cursos e eventos da agência
de modelos Studio Arte Bambini. Como arte-educadora lecionou nas Escolas Irere
e Evoluir com ed. infantil, ens. fundamental e médio e também
da cidade de Bragança Paulista com um "curso de férias",
em julho de 2003, para crianças e adolescentes. No Satélite
Esporte Clube, na cidade de Itanhaém, proporcionou uma oficina para
crianças em outubro de 2000. Em 2001 apresentou espetáculos
baseados no Teatro do Oprimido (técnica de Augusto Boal) nos projetos
Bolsa Trabalho e Começar de novo da Prefeitura de São Paulo
nos bairros de Lajeado e Capão Redondo. Participou dos espetáculos
“Made in Brazil” com direção de Pedro Granato, “Tudo
por 1,99” com direção de Ivan Delmanto, “A saga
do desaparecimento de Patrícia Albuquerque”, com direção
de Priscila Harder, e “Sob Antígone, sob Sófocles”,
com direção de Marco Antonio Rodrigues, entre outros.
Adora balada, piada e sorvete. Odeia carregar e descarregar
cenário. Não escreve projeto, não fala com gente famosa
e não faz peça sem maquiagem. É com a grana do grupo
que ela lida. Poderia ter mais trabalho.
Felipe Sant’Angelo, DRT/SC 5580
Além de ator, dramaturgo, escritor é cineasta formado pelo Curso
de Cinema e Vídeo da ECA-USP. Dirigiu o documentário “Viva
o Amor e o Sexo!” (Montreal, 2003) e os curtas-metragens “Viúva”
(São Paulo 2002) e “Nossos Parabéns ao Freitas’
(São Paulo, 2003), esse último, vencedor dos prêmios de
‘Melhor Curta Metragem Nacional’, segundo júri popular,
no Festival MIX Brasil 2003, ‘Destaque em Expressão Cultural’
e ‘Destaque em Contribuição Artística’ no
9º Festival Brasileiro de Cinema Universitário, e ‘Melhor
Filme segundo Júri Popular’ no 1º Panorama Latino Americano
de Cinema Universitário, realizado em 2004.
Fez curso de clown com Cristiane Paoli Quito, Silvia Leblon, Beth Dorgan e
Alessandro Azevedo; oficina de “Interpretação para Teatro”e
“Preparação do Corpo do Ator” com o Grupo Tapa;
Workshop “O Ator e a Máscara” com Ésio Magalhães;
aulas de “Contato improvisação” com Ana Dupas; e
canto com Andrea Drigo.
Foi dramaturgo e ator das peças “Made in Brazil”, que ficou
em cartaz no Teatro de Arena Eugenio Kusnet em 2002); e “Obscenas -
Fragmentos e Achaques Rodrigueanos” (em cartaz no Café Uranus
em 2004/05), todas com direção de Pedro Granato. Sob o pseudônimo
Waldemar Neves, escreveu as peças “Augusta, a Rainha Puta”,
com direção de Pedro Granato (que ficou e cartaz no Café
Uranus, na Mostra de Teatro de Rua do Festival de Curitiba e no Centro Cultural
São Paulo, entre 2004 e 2007); “Antunes ou Seis Atrizes em Busca
de uma Personagem Principal” com direção de Bruno Guida
(que ficou em cartaz no Galpão Raso da Catarina, no Teatro Fábrica,
no Espaço Satyros e no Centro Cultural São Paulo entre 2005
e 2007), e da peça “Anais do Crime Passional - casos de Inspetor
Tavares”, com direção de Gabriel Carmona (que ficou em
cartaz no Centro Cultural São Paulo em 2007).
Deu aula de roteiro e produção de vídeo nas Oficinas
Culturais Oswald de Andrade (2004) e no Cursinho da Poli no Projeto Primeiro
Emprego do Governo Federal (2005).
Dirigiu a peça de autoria coletiva “A dúvida de ser o
pai”, com internos da FEBEM Tatuapé, em 2004. Coordenou por 4
anos o projeto Carapuruhy de Extensão Universitária, trabalhando
com jovens de uma comunidade em Carapicuíba na realização
de vídeos, fotonovelas e peças de teatro.
Adepto ao esculacho gostoso, publicou o livro “Inspetor Tavares –
Cada caso é um caso.” em 2007 e publica contos canalhas em: www.waldemarneves.blogspot.com
Pedro Granato, DRT/SC 5581
Formado em Cinema e Vídeo pela Escola de Comunicação
e Artes da USP e pelo colégio Santa Cruz. Escreveu e dirigiu os curtas
A Malcriada (em dv), X (em 16mm) e Uma Tragédia Brutal (em dv) vencedor
de “Melhor Direção” no 1º Panorama Latino Americano
de Cinema Universitário, “Melhor Filme” no 2º MUV
MAES e “Menção Honrosa” no Santa Maria Cine e Vídeo.
Diretor das peças “Gozolândia – uma farsa democrática”,
“O Menino que Fugiu da Peça” e “Top! Top! Top!”
do IVO 60; “Navalha na Carne” de Plínio Marcos com Gero
Camilo, Paula Cohen e Gustavo Machado; “Terminal”, criada em processo
colaborativo coordenado por Antônio Araújo e Luis Alberto de
Abreu; o musical “Made in Brazil”, inspirado na peça Roda
Viva de Chico Buarque, indicado ao 13o Prêmio Nascente da USP na categoria
direção; “Trabalho em Andamento – o desconstruteatro
do urbanitismo neo-arquitotélico” com o grupo de teatro da Faculdade
de Arquitetura e Urbanismo da USP; “Augusta, a Rainha Puta”, de
Waldemar Neves; “Obscenas – fragmentos e achaques rodrigueanos”
e “Obscenas – a traição é uma vaidade”
ambas adaptações da obra de Nelson Rodrigues.
Atualmente cria e apresenta o programa semanal “Show do Berlam”
no iG (http://colunistas.ig.com.br/showdoberlam). Canta e compõe com
'Berlam Belozo & A Banda Larga'.
Pedro é mais um “artista multimídia” adepto do conceito
dos malabares para viver: É preciso ter muitos trabalhos, para ter
sempre dois na mão enquanto os outros estiverem voando.